
Em 2001, então com 21 anos recém completados, saído a pouco da adolescência, já ma sentia um adulto. Não apenas por causa das responsabilidades, mas, por tantos desencantos acumulados em meus ainda poucos anos de vida. Buscava sentido e propósito para minha existência, sentindo (mesmo sem perceber) saudades do Deus que eu pensava conhecer desde os meus 14 anos. Sentia-me sem rumo, sem mira, sem alvo.
Desejando até a morte que não vinha, via presente a morte de não ser o que eu gostaria de ser. Desejei então o bem que me acalmasse, mas, fazia o mal que desprezava. Pois quando queria o bem, não deixava o mal. Assim, a única coisa que não dava para ser é feliz.
Caminhando, por volta das 0h à beira mar da praia de Piedade, busquei a morte. De todo coração eu a desejei. Desisti de toda e qualquer forma de prazer existencial que experimentara até então, de tão ignóbil e desprezivelmente ilusório que se me revelara. Porque nem sexo, poder, riqueza e fama bastariam para saciar a alma de quem deseja viver acima da mediocridade do aqui e agora, para alcançar coisas que esse mundo não é digno.
Naquele momento eu soube que o deus dos meus 14 anos, era na verdade, o Deus de toda eternidade. E que esse mesmo Deus continuava sempre querendo uma história comigo. Eu chorei de arrependimento e tristeza. Despedindo-me de mim O encontrei.
Pois quem quiser preservar a sua vida irá perdê-la; mas quem abre mão da sua vida encontrará a vida verdadeira. O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida e ser destruído? Lucas 9:24-25
Descobri, eternamente, desde aquele momento, que sem arrependimento e súplica não há felicidade, pois o mal que eu fazia, mesmo sem desejar, acabava comigo.
Experimentei – para todo o sempre – o grande amor do Pai do céu, que me oferecia perdão, consolação e vida plena na Pessoa do Filho do seu amor: O Senhor Jesus Cristo.
Hoje, com sentido e propósito, caminho seguro; desfrutando da liberdade de viver orientado pelo Autor da vida; com paz e segurança, buscando anunciar a todos a mensagem dAquele que, por muito amor, me trouxe do Desespero à Felicidade.
Eternamente em Cristo,
Herbert Feldens.
Eternamente em Cristo,
Herbert Feldens.

Nenhum comentário:
Postar um comentário